O Brasil no grupo de Lima
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O Brasil no grupo de Lima

Governo Bolsonaro, representado pelo vice Mourão e pelo chanceler Rodrigues, protagonizou decisão da maioria dos componentes do Grupo de Lima de apoio à redemocratização da Venezuela, mas sem invasão

José Nêumanne

26 de fevereiro de 2019 | 17h48

Ao comemorar vitória sobre povo faminto da Venezuela, Maduro queimou sem perceber a própria imagem de líder. Foto: Boris Vergara/AP

O Brasil tem desempenhado um papel fundamental na decisão prudente do Grupo de Lima, reunido em Bogotá, denunciando a reação desumana do ditador bolivariano Nicolás Maduro, que dançou a salsa e festejou a obstrução da entrada da ajuda humanitária para seu povo faminto, sofrido e humilhado. A postura brasileira de se manter firme no compromisso com a redemocratização do país vizinho, mas sem ceder ao aventureirismo da invasão do território venezuelano ou de qualquer tipo de intervenção ferindo a soberania do outro, foi seguida pelos demais membros, apesar da insistência mais agressiva dos americanos. O fiasco da iniciativa da oposição, com o número ínfimo de desertores, foi de certa forma compensado pela euforia com que o déspota demonstrou estar em seu palácio completamente isolado de seu próprio povo. Se gostar deste vídeo, por favor, dê um like, inscreva-se no meu canal, clique no sininho se quiser ser avisado dos próximos e compartilhe-o no Twitter e no Facebook. Direto ao Assunto. Inté. Só a verdade nos salvará.

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