O Boechat do povo
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O Boechat do povo

O Boechat que comove o público a ponto de motoristas irem a seu velório no MIS e depositarem placas de táxi em seu ataúde nasceu em 2004 quando estreou na Band News FM do Rio

José Nêumanne

12 Fevereiro 2019 | 18h12

O comando de debates de presidenciáveis na TV Band, onde trabalhava havia 15 anos, era um das tarefas do comunicador Boechat. Foto: Nilton Fukuda/Estadão

Até os 49 anos, Ricardo Boechat era um jornalista obsessivo pela informação exclusiva e muito bem-sucedido tanto como colunista do Globo quanto como comentarista no Bom Dia, Brasil, na TV Globo e, por isso, justamente premiado três vezes com o Esso, principal galardão de qualquer profissional de imprensa que se preze. Nos últimos 15 anos, ele passou a ser um comunicador revolucionário, que sustentou um telejornal prestigiado e de sucesso na TV Band e, sobretudo, se tornou um ídolo da massa ao ancorar um programa na Band FM, graças ao qual tirou o rádio da mesmice em que afundava e se tornou íntimo e ídolo, por exemplo, dos motoristas que puseram placas de táxi em seu ataúde. Este foi um dos comentários que fiz no Estadão às 5, ancorado por Gustavo Lopes e transmitido do estúdio da TV Estadão no estúdio do jornal para YouTube, Twitter e Facebook na terça-feira 12 de fevereiro de 2019, às 17 horas.

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