Não vale uma crise
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Não vale uma crise

No centro de uma disputa entre colegas e ministros do STF, Aécio não vale conflito institucional

José Nêumanne

03 de outubro de 2017 | 17h58

Cármen Lúcia respondeu a advogado de Aécio com firmeza e elegância. Foto Gláucio Dettmar/CNJ

A negativa do ministro Edson Fachin ao pedido de Aécio Neves para voltar à atividade no Senado até o julgamento definitivo no STF era esperado e mostra que o advogado Roberto Toron, que exigiu, entre outras coisas, consideradas “absurdas” pela presidente da Corte, Cármen Lúcia, a troca do relator escolhido por sorteio, foi, mais do que tudo, abusiva. E, apesar de parecer melhor para o réu, terminou funcionando como obstáculo para as alegações do presidente nacional afastado do PSDB na cúpula do Executivo. Dei esta opinião no encerramento do Estadão às 5, na terça-feira 3 de outubro de 2017, às 17 horas, com apresentação de Emanuel Bomfim, da Rádio Eldorado, direto do estúdio do meio da redação do jornal e levada ao ar pelas redes sociais Youtube, Twitter, Facebook e Periscope do Estadão.

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