Nada de driblar a lei!
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Nada de driblar a lei!

Estado de Direito não resiste à solerte e permanente flexibilização das normas da Constituição

José Nêumanne

29 Março 2017 | 11h19

 Dilma e Temer, juntos para sempre na fraude eleitoral de 2014 Foto Dida Sampaio/Estadão (07/09/2013)


Dilma e Temer, juntos para sempre na fraude eleitoral de 2014 Foto Dida Sampaio/Estadão (07/09/2013)

As provas coletadas e examinadas pelo relator da ação do PSDB contra a chapa Dilma-Temer no TSE são acachapantes e nos envergonham. Pois mostram que a democracia brasileira é atingida no seu âmago – a vontade da cidadania expressa no voto e adulterada pelo uso de bilhões de reais em propinas que configuram o mais grave crime eleitoral, a compra de votos. Manter a chapa reeleita em 2014 impune e incólume, depois de constatada a maior fraude eleitoral da História, seria uma vergonha com a qual o País não teria como conviver depois disso com um regime limpo, são e justo. E adotar medidas casuísticas em nome da estabilidade, uma intervenção indevida e injustificável no Estado de Direito.

(Comentário no Jornal Eldorado da Rádio Eldorado – FM 107,3 – na quarta-feira 29 de março de 2017, às 7h30m)

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