Mujica, vassalo da esquerda brutal
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Mujica, vassalo da esquerda brutal

Folclórico esquerdista uruguaio mostrou que fidelidade à ideologia supera sua sensibilidade humana ao dizer que manifestantes contra Maduro é que deveriam ter evitado ficar de frente aos carros de combate que os atropelaram

José Nêumanne

03 de maio de 2019 | 10h19

Carros de combate atropelando manifestantes desarmadas na Venezuela não convenceram esquerdista uruguaio a condenar tirano Maduro. Foto: Ueslei Marcelino/Reuters

Ao ser indagado por um repórter sobre o massacre de manifestantes pró-Guaidó por veículos blindados da ditadura de Maduro, ex-presidente do Uruguai José Pepe Mujica, disse que quem não quisesse ser atropelado não deveria ter ficado na frente dos carros. A declaração insensível e insensata de um político folclórico de esquerda, que morava numa chácara e ia em carro próprio trabalhar lembra episódio da Praça da Paz Celestial em Pequim, em 1989, ocasião em que o condutor do tanque poupou manifestante corajoso. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da sexta-feira 3 de maio de 2019.

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