Moscas azuis rondando Bolsonaro
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Moscas azuis rondando Bolsonaro

Iminência de proximidade do poder leva guru econômico, Paulo Guedes, e candidato a vice, general Hamilton Mourão, a criar transtornos evitados por chamadas à responsabilidade pelo candidato Jair Bolsonaro

José Nêumanne

20 de setembro de 2018 | 22h15

Síndrome do papagaio de pirata contamina general Mourão e economista Guedes. Foto: Estadão

Enquanto surfa na onda do primeiro lugar nas pesquisas e anda amparado nos corredores do hospital onde convalesce de uma facada em Juiz de Fora, Jair Bolsonaro enfrenta transtornos na campanha causados por seu guru econômico, Paulo Guedes, e pelo candidato a vice, general Hamilton Mourão, picados pelas moscas azuis do poder. A crise eventual foi evitada por sua intervenção acabando com a onda do imposto único e da salvação pela CPMF de um e pela verborragia polêmica e exibicionista do outro em  reuniões no quarto e notas disparadas nas redes sociais. Enquanto isso, a Polícia Federal adiou a conclusão do inquérito da agressão para mais perto da eleição, o que é muito  suspeito. Este foi um dos comentários que fiz no Estadão às 5, ancorado por Emanuel Bomfim, transmitido do estúdio da TV Estadão na redação do jornal e retransmitido por Youtube, Twitter e Facebook na quinta-feira 20 de setembro de 2018, às 17 horas.

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