Morrem 1.200 por dia e Bolsonaro vai à praia
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Morrem 1.200 por dia e Bolsonaro vai à praia

A pandemia matou mais de 194 mil brasileiros e o presidente soltou disparates, dispensou a máscara, passeou de barco, xingou Doria, jogou-se no mar e, aos berros de "mito", aglomerou na praia

José Nêumanne

02 de janeiro de 2021 | 22h17

Depois de acenar para apoiadores que o saudavam enquanto passeava de barco, Bolsonaro atirou-se ao mar e nadou até a praiapara aglomerar com eles, reforçando seu apoio à covid. Foto: PR

1 – A pandemia matou mais de 194 mil brasileiros e o presidente passou duas semanas na praia, enquanto a mulher Michelle, passeava em Brasília com seu maquiador, e, na ocasião, ele criticou Argentina por ter descriminalizado o aborto, metendo-se em assunto que não é de sua nem de nossa conta. 2 – O chefe do governo também chamou de “uma festa” a ação do MPRJ contra Crivella, cujo afastamento da Prefeitura do Rio foi decidida pela Justiça. 3 – E o deputado Frota protocolou na Câmara criação da lei Mariana González para punir feminicidas. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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