Moro, o mais popular
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Moro, o mais popular

Apesar da difamação movida contra ele pelo site The Intercept Brasil e pela sabotagem de seu pacote anticrime no Congresso, ministro da Justiça segue no topo da popularidade

José Nêumanne

10 de dezembro de 2019 | 14h48

Moro mantém topo da popularidade, apesar da sórdida campanha movida contra ele pelos asseclas de Greenwald e do chefão Lula. Foto: Gabriela Biló/Estadão

A popularidade do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro é majoritária (53%) e maior do que a do próprio chefe, o presidente Jair Bolsonaro, 30%, segundo dados recentes do DataFolha. A pesquisa mais recente atualiza números semelhantes do Instituto Data Popular, especialista em classe C, brasileiros com renda entre R$ 2 mil e R$ 4 mil mensais, conforme o autor do estudo, João Augusto Palhares, informou há algum tempo. Os inimigos da Lava Jato, em especial lulistas e seguidores do Intercept Brasil, nada obtiveram com sua campanha tentando difamá-lo.

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Assuntos para comentário na terça 10 de dezembro de 2019

1 – Haisem – O que justifica a manutenção da popularidade do ministro da Justiça, Sérgio Moro, apesar de toda a campanha que seus adversários têm feito contra ele

SONORA_MORO 1012

2 – Carolina – O que você tem a dizer sobre o pronunciamento do ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux sobre endurecimento do combate à corrupção no dia que foi dedicado ao assunto

SONORA_FUX 1012

3 – Haisem – Por que você indica a leitura do artigo sobre o Dia Mundial da Corrupção, assinado pelo professor de Direito na Universidade de São Paulo, Modesto Carvalhosa, na página 2 de Opinião, do Estadão de ontem

4 – Carolina – Que ângulo sobre combate à corrupção no Brasil você aborda em seu artigo Desafios ao conta-gotas de Verdevaldo, publicado desde ontem no Blog do Nêumanne no Portal do Estadão

5 – Haisem – O que você tem a dizer sobre a notícia publicada hoje na Página 8 da Editorial da Política no Estadão sob o título Partidos mantêm 56 servidores para seis senadores

6 – Carolina – Nove dias após mortes em Paraisópolis, Doria afasta mais 32 PMs – é a manchete de primeira página do Estadão de hoje. Você acha que o governador do Estado de São Paulo teve bons motivos para mudar tão radicalmente de posição a respeito da tragédia do pancadão após sua primeira reação de apoio à Polícia Militar

7 – Haisem – Bolsonaro cede e Mourão vai a posse na Argentina – é outro título de chamada no alto da primeira página do Estadão de hoje sobre mudança de opinião de um governante. Você vê algum motivo para isso

8 – Carolina – Afinal, Nêumanne, você acha que o governo vai ou não vai ceder à pressão de Paulinho da Força, dono do partido Solidariedade para ressuscitar o imposto sindical, enterrado na reforma trabalhista de Temer

 

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