Moro, ‘evangélio’ e tortura na campanha
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Moro, ‘evangélio’ e tortura na campanha

Para ganhar votos de quem gosta de Moro Haddad elogia o juiz, mas o acusa de soltar ricaços mais rápido; sua vice Manuela expõe fragilidade de sua "converção"; e Bolsonaro não faz mea culpa por elogio à tortura

José Nêumanne

18 de outubro de 2018 | 11h57

Post da candidata a vice da chapa de Lula/Haddad põe em dúvida sua converção. Foto: Reprodução/Twitter/Manuel Dávila

Para tentar reduzir a vantagem de votos de Bolsonaro, Lula/Haddad elogiou Moro, mas disparou a malddad de que o juiz solta os ricaços. Manuela Dávila cita o evangélio num post, deixando claro ignorância gramatical e religiosa. E Bolsonaro recusa-se a fazer mea culpa de seu elogio à tortura e ao torturador Ustra. São deslizes de uma campanha que parece definida antes do fim.

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