Moro e Dallagnol grampeados
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Moro e Dallagnol grampeados

Revelações de troca de mensagens por celular entre ex-juiz e procurador da Lava Jato não deverão produzir efeitos jurídicos nos processos da operação, pois quebra de sigilo não autorizada pelo juiz é crime segundo lei brasileira

José Nêumanne

10 de junho de 2019 | 21h11

Quebra de sigilo de celulares de Dallagnol e Moro foi criminosa e afasta qualquer risco jurídico aos processos em que ambos atuaram. Foto: Helvio Romero/Estadão

O jornal online The Intercept Brasil, do qual um dos editores,  Glenn Greenwald, é casado com David Miranda, do PSOL, que assumiu a cadeira na Câmara dos Deputados de Jean Wyllys, quando este ganhou o mundo dizendo-se  perseguido e ameaçado, publicou extensa reportagem sobre troca de mensagens em aplicativo telefônico entre Sérgio Moro e o coordenador da força-tarefa da Lava Jato com instruções e informações, que logo assanharam defensores da anulação da condenação de Lula pelo ministro da Justiça. Pelo que se pode depreender do que se sabe até agora, o material usado foi obtido de forma ilegal e isso deverá anular quaisquer efeitos jurídicos que beneficiariam o réu. Mas as revelações já bastam para por em risco o futuro do ex-juiz e do procurador Deltan Dallagnol em suas carreiras. A lamentar desde já mais este motivo para o Brasil perder a paz. Direto ao assunto. Inté. Só a verdade nos salvará.

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