Moro 2022
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Moro 2022

Inimigos do ministro não conseguirão sujá-lo na Justiça, mas podem afastá-lo provisoriamente dos salões do poder, deixando-lhe a opção pela política para derrotá-los na urna

José Nêumanne

11 de junho de 2019 | 17h43

Com Bolsonaro ou sem, Moro poderá vir a ser em três anos opção política, para a qual está sendo empurrado por inimigos que o temem. Foto: Evaristo Sá/AFP

Os inimigos do combate à corrupção só fingem que estão lutando para tirar Lula de sua sala de Estado maior em Curitiba. Lula livre é a farsa com que tentam esconder o próprio medo de serem presos. No entanto, no afã desesperado de prejudicar o ex-juiz Sérgio Moro e os procuradores da força-tarefa da Lava Jato, principalmente Deltan Dallagnol, o Centrão e a esquerda na prática os empurram para a única porta de saída que lhes resta. Na justiça propriamente dita não podem prejudicá-los, pois o material orgânico que têm às mãos para sujá-los é produto do crime de hackear seus celulares. No mundo hipócrita do fingimento da vida pública podem alijá-los pela construção de narrativas com aparência de verdades para atingir sua reputação. Mas terminam os empurrando para a única porta de saída que lhes restará se eles vencerem essas batalhas: o voto. Poderão até dificultar o acesso deles aos salões privados das togas e dos fraques, mas não impedirão que o amor do povo se transforme em votos nas urnas. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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