Mentir não vale
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Mentir não vale

Primeiro a delatar na Lava Jato, também primeiro a mentir, devia delatar mais e mentir menos.

José Nêumanne

17 de fevereiro de 2017 | 19h46

Paulinho do Lula, primeiro a delatar, primeiro a mentir Foto: Foto Cassiano Rosário/Futura

Paulinho do Lula, primeiro a delatar, primeiro a mentir Foto Cassiano Rosário/Futura Press

O pedido da força-tarefa da Lava Jato para o juiz Sérgio Moro não aplicar os benefícios dos acordos de colaboração premiada de Paulo Roberto Costa em sua pena por ter mentido comprova que a delação premiada funciona, mas convém  evitar abusos dos delatores. Outros já tiveram de prestar novos depoimentos depois de pilhados mentindo. Relevou-se o fato de Alberto Yousseff haver violado o compromisso do acordo no caso anterior do Banestado. O que Yousseff  e o executivo da Petrobrás que Lula chamava carinhosamente de Paulinho contaram compensa, mas as tentativas de iludir os investigadores demandam punição e exigem de quem quer usufruir os prêmios delatar mais e mentir menos.

(Comentário no Pauta do Dia da Rádio Estadão – FM 92,9 – na sexta-feira 17 de fevereiro de 2017, às 18h34m)

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