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Mendonça, pastor do bolsolulismo

Ministro da Justiça, bajulador emérito e acima de tudo carreirista, fez livro homenageando Toffoli, louvou Lula como único presidente do povo da História e chamou Bolsonaro de "profeta da guerra contra o crime"

José Nêumanne

06 de agosto de 2020 | 20h47

Mendonça, pastor presbiteriano, contraria Evangelho e serve a três senhores, Toffoli, Lula e Bolsonaro, mas por uma única causa, o segundo turno entre os dois últimos, em 2022. Foto: Dida Sampaio/Estadão

O Evangelho de São Matheus (6h24) registra a palavra de Jesus Cristo que consagra o monopólio do serviço religioso a Deus, consagrando o conceito cristão segundo o qual nenhum fiel pode servir a dois senhores, mas apenas a um. O ministro da Justiça, André Mendonça, nas horas vagas teólogo e pastor presbiteriano da comunidade Esperança, em Brasília, de fato, presta seus serviços e devoção a três: Toffoli, Lula e Bolsonaro. Conforme escrevi em artigo publicado hoje na página A2 do Estadão, é preboste de um culto ao poder pelo poder: o bolsolulismo. Das evidências de que bolsonaristas, petistas, membros do Centrão, o procurador-geral, Augusto Aras, e ministros do STF, entre os quais Gilmar e Lewandowski, ao prenunciarem libertar Lula e condenar o ex-juiz que o apenou, Moro, professam essa nova religião, evidência da conspiração para a realização desse objetivo óbvio e de máxima infâmia. Direto ao assunto., Inté. E só a verdade nos salvará.

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