Matança em Alcaçuz
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Matança em Alcaçuz

Massacre na cadeia perto de Natal mostra como o combate ao crime no Nordeste é precário

José Nêumanne

16 de janeiro de 2017 | 10h00

Governo do Rio Grande do Norte considerou

Governo do Rio Grande do Norte considerou “pouco” o total de 26 mortos no massacre na cadeia

Temer foi aconselhado por um genial assessor a se manter fora da rebelião em Manaus, pois não demoraria do noticiário e logo sairia na urina. Na verdade, a crise penitenciária continua  é vertendo sangue, muito sangue. Em Nísia Floresta, praia paradisíaca perto de Natal, um massacre feito pelo PCC contra o Sindicato do Crime do RN, matou com armas brancas 26 presidiários na Penitenciária Estadual de Alcaçuz e no Pavilhão Rogério Coutinho Madruga em 14 horas do sábado para o domingo nas quais as forças ditas de segurança não conseguiram adentrar a cena do crime. Conforme Walber Virgolino da Silva Ferreira, secretário de segurança, foi um “sucesso”, pois mais gente poderia ter morrido.

(Comentário no Estadão no Ar da Rádio Estadão – FM 92,9 – na segunda-feira 16 de janeiro de 2016, às 7h10m)

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