Maradona, rei em 3 continentes

Ao brilhar na segunda Copa para a Argentina natal e levar o Napoli ao título nacional e a conquista da Uefa, Diego Marandona foi rei em 2 continentes e deu nome ao estádio ex-San Paolo, de Nápoles

José Nêumanne

27 de novembro de 2020 | 20h57

Quando vivo, Maradona requentou a sede do governo argentino, a Casa Rosada como amuleto de presidentes de diferentes partidos, tendências e regimes, como nesta visita em 2019, e ali foi velado seu cadáver Foto: Marcos Brindicci/AP

1 – O mundo inteiro chorou a morte de Maradona, gênio da bola, e duas cidades em especial a lamentaram: Buenos Aires e Nápoles. Protagonista do mundial que a Argentina natal venceu no México, em 1986, o craque era, à época, a principal estrela do Napoli, que ganhou um título nacional e uma Uefa na década em que a Itália foi campeã de novo, duas vezes. 2 – O MP criticou duramente relatório de Zarattini, do PT, apoiado pelo líder Barros, do governo, da nova “lei” (?) da improbidade administrativa. 4. Procurador-geral Aras, petebolsonarista, faz da Operação Greenfield contra roubalheira nos fundos de pensão “sumitério” de investigações, substituindo coordenador por um bajulador. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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