Má fama e boa gestão

Má fama e boa gestão

História dos EUA mostra que má reputação de candidato não o impede de ser bom presidente

José Nêumanne

10 de novembro de 2016 | 09h24

Hillary estende as mãos ao inimigo

Hillary estende as mãos ao inimigo: “mais fortes juntos”

Discrepo, digo ao estilo Houaiss, do historiador e colunista da casa Leandro Karnal quando disse à Rádio Estadão que o eleitor americano estava louco quando elegeu Reagan presidente dos EUA, porque ele era um canastrão de western B. Quando ganhou a presidência, Reagan já tinha deixado de ser ator fazia tempo. E na Casa Branca criou as condições para a glasnost soviética de Gorbachev e o fim da guerra fria do pós-guerra. Nem sempre a reputação influi na obra de presidentes americanos: o charmoso Kennedy iniciou a escalada militar no Vietnam e promoveu a invasão da Baía dos Porcos e um atentado contra Fidel, enquanto o trapaceiro Nixon reabriu relações com a China.

(Comentário no Estadão no Ar da Rádio Estadão – FM 99,2 – na quinta-feira 10 de novembro de 2016, às 7h15m)

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