Lula, o agente Barba

Lula, o agente Barba

Haddad, o boneco do ventríloquo Lula, se apresenta como opção democrática contra defensor da ditadura militar na eleição de 28 de outubro, omitindo o fato de que seu herói foi informante da polícia na época dela

José Nêumanne

14 de outubro de 2018 | 12h17

Lula, à vontade, fumando na porta traseira da perua do DOPS, onde estava preso, sendo levado para acompanhar enterro da mãe. Foto: Acervo Estadão

Ao se colocar como única opção democrática e contra a volta da ditadura militar na eleição de 28 de outubro, é o caso de refrescar a memória fraca do codinome de Lula, Fernando Haddad, do PT, a respeito do ventríloquo ao qual ele serve de boneco. O delegado Romeu Tuma Jr. escreveu no livro Assassinato de Reputações que o referido cavalheiro serviu como o agente Barba a seu pai, à época diretor do DOPS, órgão policial estadual em plena ditadura. O empreiteiro Emílio Odebrecht contou em delação premiada que o “deusinho” da esquerda vendeu greves quando era líder sindical. E ele acaba de ser condenado por ter enriquecido pegando propinas de empreiteiros. Este é o teor do vídeo que gravei e reproduzi em meu canal no Youtube. Se gostar dele, convido-o a inscrever-se no meu canal para ser avisado dos próximos que gravarei.

Para ver clique aqui e, em seguida, no play

Tudo o que sabemos sobre:

José Nêumanne PintoVídeo no YoutubeLula

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.