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Lula nos envergonhou em Paris

Ao contar que pretendia fugir do País, mas aceitou apresentar-se à Polícia Federal para desmoralizar Moro e Lava Jato, petista esclareceu que mentiu quando desmentiu notícia do plano de fuga, um vexame

José Nêumanne

04 de março de 2020 | 21h09

 

Na prefeitura de Paris, em campanha para a prefeita Anne Hidalgo, que lhe deu título de cidadão parisiense, Lula disse: “quando forem votar, deixem o ódio em casa”. Foto: Ricardo Stuckert

Ler o noticiário sobre a cerimônia na qual o ex-presidiário Lula recebeu o título de Cidadão Honorário em Paris, entregue pela prefeita Anne Hidalgo, que não é o melhor exemplo de gestão pública a ser dado pela França, e testemunhado por outros dois patetas do PT, Dilma e Haddad, fantoches que se apresentaram ao eleitorado como paus-mandados do chefão da quadrilha, que assaltou os cofres públicos, levou o Brasil à pior crise econômica de todos os tempos e desempregou milhões de trabalhadores brasileiros, encheu-me de repulsa, náusea e vergonha. Pois o homenageado, em entrevista a Jamil Chade, do Uol, e à TV francesa Temps, com a maior caradura do mundo, que Deus lhe deu, contou que tinha planejado uma fuga para o exterior a partir da ida a uma embaixada, mas resolveu ficar para desmoralizar Moro e a Lava Jato, o que, aliás, não conseguiu. Ou seja: mentiu o tempo inteiro descaradamente, como é de costume, comportando-se como um reles delinquente, que é exatamente o que ele é e não deixou de ser só por estar solto. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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