Lula longe da liberdade
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Lula longe da liberdade

Autor do impeachment de Dilma adverte que não há prisão semiaberta no Brasil e Lula poderia ir para aberta, mas terá até setembro de ultrapassar obstáculos de oito ações penais em Brasília, Curitiba e Porto Alegre

José Nêumanne

26 de abril de 2019 | 06h55

Reale na defesa oral do impeachment de Dilma, à mesa com Janaína Paschoal, ex-aluna e colega na USP. Foto: André Dusek/Estadão

A redução da pena de Lula no caso da cobertura no Guarujá ensejou a perspectiva de em setembro ele mudar do regime  fechado para o semiaberto. Um dos três autores do impeachment de Dilma, Miguel Reale Jr., avisou que não há prisão semiaberta no Brasil e as defesas de todos os condenados a ela destinados pedem e que sejam destinados para aberta. E também lembrou que o petista é réu em oito ações: quatro em Brasília, uma em São Paulo e duas em Curitiba, sendo uma na primeira instância e outra em fase de transferência para a segunda, em Porto Alegre, além da já julgada em três instâncias, (citada no início), em fase de julgamento de recursos pendentes no STJ. Para ele, ele está longe da liberdade. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão, desde 6 horas da sexta-feira 26 de abril de 2019.

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