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Lula é canalha do caso Oi

Condenado pelo TRF-4 a 17 anos e 11 meses de prisão por recebimento de propina de R1 milhão para reforma de sítio de que nega ser dono, petista acusa de "canalhice" força-tarefa que o denunciou

José Nêumanne

12 de dezembro de 2019 | 21h53

Diante das informações impressionantes sobre a relação da telefônica Oi com seu filho, Lula acusou Lava Jato de “canalhice” para ocultar fato de ele, sim, ser o canalha do caso. Foto: Amanda Perobelli/Reuters

Lula chamou de canalhice a deflagração da Operação Mapa da Mina, 69.ª fase da Lava Jato, que devassa as relações contábeis espúrias entre a Gamecorpo de seu primogênito, Lulinha, e a gigante da telefonia Oi. O petista foi condenado a 17 anos e 11 meses pelo TRF-4 acusado de beneficiar Odebrecht e OAS em troca de propinas de cerca de R$ 1 milhão para reformar sítio em Atibaia, que o MPF diz que é dele, mas ele alega que é dos amigos Jonas Suassuna e Fernando Bittar, sócios de seu citado filho. Ao deflagrar a operação que ele chamou de “pirotecnia”, policiais e procuradores federais revelaram transferências de R$ 132 milhões. Ou seja, comparada com essa revelação o motivo de sua condenação equivale a troco de pinga. A história de como a telefônica foi constituída, a partir de uma fusão autorizada por lei escrita pela Andrade Gutierrez, há 11 anos, deixa claro que não são canalhas os agentes da lei, mas quem os acusa de sê-lo. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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