Lula condenado de novo

Lula condenado de novo

Apenas fé cega de seus súditos mantêm de pé fantasias como falta de provas contra Lula, perseguido, depois da condenação a 12 anos e 11 meses pela juíza Gabriela Hardt, sucessora de Sérgio Moro

José Nêumanne

06 de fevereiro de 2019 | 18h27

É claro que lendas urbanas de que petista é perseguido e não há provas contra ele continuarão, mas são cada vez menos consistentes. Foto: Sebastião Moreira/EFE

A segunda condenação de Lula na 13.ª Vara Criminal Federal de Curitiba sob acusação de ter recebido propina de OAS, Odebrecht e Chahim para reformas em sítio de sua propriedade, embora sua defesa a atribua aos amigos Jonas Suassuna e Fernando Bittar, assinada pela juíza substituta Gabriela Hardt, destroça lendas urbanas a respeito do ex. Uma é a de que ele é perseguido pelo ex-titular da mesma vara, Sérgio Moro, que o condenara a 9 anos e meio e a pena foi aumentada para 12 anos e 1 mês pelo TRF 4. A juíza, que não ocupará o lugar antes ocupado pelo atual ministro da Justiça, sentenciou-o a 12 anos e 1 mês, somando 25 anos. Outra é a de que não há provas contra ele, e elas abundam. Este é um dos comentários que fiz no Estadão às 5, ancorado por Gustavo Lopes e retransmitido por YouTube, Twitter e Facebook do estúdio da TV Estadão na redação do jornal, na quarta-feira 6 de fevereiro de 2019, às 17 horas.

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