Litigância de má fé
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Litigância de má fé

Perspectiva de mais uma derrota da defesa de Lula na luta incansável e inglória de soltar o presidiário não basta, é preciso que a 2.ª turma do STF pare insanidade e processe autores por desrespeito à Justiça

José Nêumanne

06 Novembro 2018 | 18h56

Megalomania de petista é tal que chega à pretensão de pedir à Justiça para reduzir presidente eleito a seu adversário. Foto: Mauro Pimentel/AFP

O envio pelo relator da Lava Jato no STF, Edson Fachin, do recurso de Lula pedindo liberdade e cancelamento dos processos em que ele foi condenado pelo juiz Sérgio Moro, por este ter sido nomeado ministro da Justiça pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro, tratado como mero “adversário” do chefão petista, deverá fazer jus à frase de Einstein de que repetir sempre o mesmo esperando resultados diferentes é sinal de insanidade. E arquivá-la. Afinal, já passou da hora de os tribunais superiores deste País pararem de dar guarida a chicanas do tipo e, em vez de simplesmente, negar pedidos e permitir que novos sejam feitos, começarem a processar seus causídicos e o réu por litigância de má fé. Este foi um dos comentários que fiz no Estadão às 5, ancorado por Emanuel Bomfim e retransmitido pela TV Estadão de seu estúdio na redação do jornal por Youtube, Twitter e Facebook na terça-feira 6 de novembro de 2018, às 17 horas.

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