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Lista tríplice é corporativismo

Em boa hora, Bolsonaro quebrou a tradição fascista de Mussolini e Getúlio, adotada pelo PT em gestões anteriores nomeando Aras procurador-geral da República, e sucesso de ambos dependerá de gestão boa e independente

José Nêumanne

06 de setembro de 2019 | 20h59

Escolhido por Bolsonaro para PGR fora da lista tríplice da corporação, Aras quebra tradição fascista e também não terá como ser marionete de quem o nomeou. Foto: Dida Sampaio/Estadão

Lista tríplice votada por corporação não é é instituição democrática, é herança fascista de Mussolini e Getúlio, ressuscitada pelo PT. Janot foi indicado pelo MP, tentou derrubar Temer e não conseguiu. Dodge também e está saindo péssima na foto por ter tentado livrar a cara de seus paraninfos Toffoli e Maia. Bolsonaro foi eleito presidente e pela lei nomeia o PGR. Se tentar usar o cargo para controlar procuradores, que ganharam poderes constitucionais, pode não se dar bem. É só esperar para ver.

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