Lewandowski, o cara de pau do século
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Lewandowski, o cara de pau do século

Ao votar para manter soltos para todo o sempre, amém, corruptos e bandidos do crime organizado, ministro "garantista" do STF citou texto inexistente na Constituição, que rasurou para ajudar Dilma na votação do impeachment

José Nêumanne

25 de outubro de 2019 | 17h11

Lewandowski flagrado com a mão no papel em que lê algo que nele não está escrito e que diz ser intocável, apesar de já havê-lo violado para favorecer companheira do PT. Foto: Nelson Júnior/SCO/STF

Em seu voto para demolir o Estado de Direito e instituir a Republica dos Bandidos (apud Modesto Carvalhosa), o ministro do STF Ricardo Lewandowski cometeu três erros crassos em seu voto infame: 1) citou prisão como sinônimo de culpa na Constituição; 2) limitou a repulsa à corrupção como sendo anseio só da elite, e não do povo; e 3) considerou texto constitucional intocável após ter presidido a sessão do impeacment de Dilma no Congresso Nacional e autorizado seus asseclas Renan Calheiros e Kátia Abreu a manterem direito de o poste de Lula e presidente deposta exercer cargo público durante quarentena por oito anos. Com voto de sua fraquíssima colega Rosa Weber, a decisão sobre prisão após segunda instância versus trânsito em julgado deverá dar empate no plenário, 5 a 5, com voto de minerva no qual Toffoli decidirá se STF cometerá ledo engano ou erro crasso. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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