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Levy já vai tarde

Levy não cumpriu em cinco meses e meio na presidência do BNDES sua missão precípua de abrir caixa preta do BNDES e, por isso, já devia ter caído há tempo

José Nêumanne

16 de junho de 2019 | 17h40

Guedes indicou Levy e brigou para que Bolsonaro o nomeasse, mas depois perdeu a paciência e deixou de apoiá-lo. Foto: Dida Sampaio/Estadão

Colega ilustres têm criticado Bolsonaro pela demissão tida como ideológica do advogado Marcos Pinto e, em consequência, do então presidente do BNDES, Joaquim Levy. Mas, na verdade, não há nada de ideológico na decisão. A expectativa com a presença do ex-ministro da Fazenda de Dilma no banco era de que abrisse a caixa preta do favorecimento com crédito do banco público a juros privilegiadíssimos de amigos do PT e aliados no Brasil e ídolos adorados por eles em ditaduras no exterior, o que o indicado por Paulo Guedes se recusou a fazer ao longo (e põe longo nisso) de cinco meses e meio de gestão. Portanto, trata-se de uma queda merecida. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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