Lava Toga e farsa no STF
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Lava Toga e farsa no STF

No dia em que PF fez busca e apreensão nas casas de ex-presidente do STJ, Gilmar, que foi a sua posse com Lula, proferiu voto eivado de mentiras e ilicitudes na sessão do STF que decreta recursos eternos em liberdade a bandidos

José Nêumanne

08 de novembro de 2019 | 00h07

Velhos tempos, sempre companheiros, Gilmar, então presidente do STF, Lula, da República, e Asfor tomando posse na presidência do STJ. Foto: Sérgio Dutti/Estadão

Operação Appio da PF fez na manhã de quinta-feira 7 de novembro de 2019 busca e apreensão nos escritórios do ex-presidente do STF César Asfor Rocha, acusado por Palocci de ter abortado Operação Castelo de Areia por R$ milhões. À tarde Gilmar, Toffoli e Alexandre de Moraes fizeram armação explícita para aproveitar seus votos pela fundação da República das Chicanas para tentarem desmoralizar três pilares do combate à corrupção no País: Moro, Dallagnol e Carvalhosa. Para tanto recorreram a mensagens roubadas pelos arararraquers para site IntercePT.

 

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