Lava Jato forte
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Lava Jato forte

Apesar de submetida à tentativa de desmoralização pela tal Vaza Jato, com resultados até agora irrisórios, Lava Jato continua firme e forte em sua 69.ª fase, Mapa da Mina, adotando como alvo biólogo e "financista" Lulinha

José Nêumanne

13 de dezembro de 2019 | 12h02

Greenwald na ABI, no Rio, em campanha da Vaza Jato para soltar ladrão Lula e encrencar xerife Moro na Vaza Jato, com resultados cada vez mais pífios. Foto: Lucas Landau/Reuters

Apesar da campanha infame do site The Intercept Brasil, tentando desmoralizar agentes da lei ligados à Operação Lava Jato em Curitiba, como Sergio Moro e Deltan Dallagnol, sob o comando de Lula e Glenn Greenwald, ela está firme e forte como sempre esteve. Este é o depoimento do repórter Ricardo Brandt, que cobre a atuação de agentes, procuradores e juízes federais no combate à corrupção desde o começo de tudo. Ele concorda que a Operação Mapa da Mina, 69.ª fase dela, pareceu lhe ter dado vida nova, aparentemente uma ressurreição. No entanto, ele deu seu testemunho de que, apesar de a cobertura dos meios de comunicação não lhe dar mais o destaque de ante, o êxito dela pode ser medido em números. Este ano, muitos de seus inimigos, normalmente agentes públicos corruptos que temem ser alcançados por seus braços longos previram para ela destino semelhante ao de sua inspiração, a Mãos Limpas da Itália. Mas não podemos desanimar, na visão de Brandt. Ao contrário. Podemos confiar. Direto ao Assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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