Laranjas podres
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Laranjas podres

Laranjais do PSL em Pernambuco e Minas Gerais deveriam ser pedra de toque para Bolsonaro liderar extinção do adubo que faz florescer esta corrupção: os fundos partidário e de Financiamento de Campanha

José Nêumanne

21 de fevereiro de 2019 | 18h25

Acusado de ter usado laranjas na campanha do PSL em Minas, Marcelo Álvaro Antônio está ministro do Turismo de Bolsonaro. Foto: Jake Spring/Reuters

O laranjal do PSL de Minas, que teria sido administrado pelo ministro do Turismo de Bolsonaro, que tem três prenomes e nenhum sobrenome aparente – Marcelo Álvaro Antônio –, não pode nem deve ser assunto encerrado nem sequer quando o ministro da Justiça, Sérgio Moro, der por concluídas as investigações que mandou a PF fazer. A laranjeira deve mesmo ser podada pela raiz, mas muito pior do que ela é o adubo que a torna tão frondosa, ou seja, os fundos Partidário e de Financiamento de Campanha, que tomam mais de R$ 1 trilhão do suado e escasso patrimônio do trabalhador para financiar partidos e próceres, garantindo a corrupção com a apropriação privada de dinheiro público. Este é um dos comentários que fiz no Estadão às 5, ancorado por Gustavo Lopes no estúdio da TV Estadão na redação do jornal e transmitido por YouTube, Twitter e Facebook na quinta-feira 22 de fevereiro de 2019, às 17 horas.

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