Juíza exige transparência de Lulinha

Juíza da Lava Jato nega apuração sobre abuso de autoridade requerida por advogados do filho do petista, avaliando que investigação é 'de interesse de toda a sociedade' e que retirada do sigilo propicia 'saudável escrutínio público'

José Nêumanne

07 de fevereiro de 2020 | 20h54

Gabriela Hardt negou pedido da defesa de Lulinha para decretar sigilo sobre buscas e apreensões da PF na investigação das relações promíscuas de Lulinha com a Oi. Foto: Reprodução

A juíza Gabriela Hardt, da 13.ª Vara Criminal Federal de Curitiba, decretou que permaneçam públicas investigações da Operação Mapa da Mina, 69.ª fase da Lava Jato, que mira pagamentos de R$ 132 milhões da Oi a empresas de Fábio Luís Lula da Silva, filho de Lula. Ela negou representação da defesa de Lulinha para investigar abuso de autoridade após reportagens revelarem relatórios da PF na inquérito. É isso aí, né?

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