Jogo de três tempos
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Jogo de três tempos

Três tempos para trocar relator no STF: homologar delações, substituí-lo e escolher novo ministro

José Nêumanne

25 de janeiro de 2017 | 11h37

Cármen Lúcia na presidência do STF é esperança de limpeza e coragem

Com Cármen Lúcia na presidência do STF, Nação conta com limpeza e coragem

As recentes decisões de Cármen Lúcia quanto à homologação urgente das delações da Odebrecht na Lava Jato mostram que ela tem consciência de que Zavascki realmente as homologaria, de vez que não está em jogo nenhuma decisão de fundo, mas apenas questionamentos sobre se os depoentes não foram pressionados para delatar, mas o fizeram por livre e espontânea vontade. Parece também que ela estabeleceu três tempos para lidar com a morte do relator: homologar; depois, escolher o substituto do ministro morto na relatoria. Ambas são do foro exclusivo do STF, que ela preside. A terceira, dependente da decisão do presidente Michel Temer, é, enfim, a escolha do undécimo ministro.

(Comentário no Estadão no Ar da Rádio Estadão – FM 92,9 – na quarta-feira 25 de janeiro de 2017, às 7h12m)

 

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