Isso, sim, é ‘grana preta’
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Isso, sim, é ‘grana preta’

PF apreende em bunker de ex-diretor da Dersa Paulo Preto, acusado de ser operador da propina da Odebrecht nos governos tucanos de São Paulo, o dobro do que foi apreendido em apartamento de Geddel

José Nêumanne

20 de fevereiro de 2019 | 07h04

Dinheiro vivo apreendido com Paulo Preto num bunker é dobro do que foi apreendido no apartamento dos Vieira Lima em Salvador, que parece até ínfimo nesta foto da PF

O Brasil ficou perplexo quando viu a fotografia das malas e mochilas cheias de dinheiro vivo que, contado pela PF, somava R$ 50 milhões no apartamento da família Vieira Lima, de Marluce, Geddel e Lúcio. O que dizer, então, de um novo bunker, do operador tucano da Odebrecht, Paulo Preto, que conseguiu juntar e guardar R$ 100 milhões? Parece coisa de cinema, do outro mundo, mas não é. É só o resultado de uma operação policial. As autoridades federais encarregadas de fiscalizar operações financeiras, a Receita, o Banco Central, o Coaf e outras nunca conseguiram saber de onde veio aquela fortuna do MDB em Salvador. Quando descobrirão a origem da bufunfa tucana em São Paulo? Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da segunda-feira 19 de fevereiro de 2019.

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