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Invasão de telefone é terrorismo

Invasão da memória de telefones de agentes do Estado - como Moro, Dallagnol e agora Guedes - é crime de terrorismo a favor do crime e contra o Estado de Direito, mais do que uma simples quebra de sigilo que garante privacidade

José Nêumanne

23 de julho de 2019 | 17h04

Ministro da Economia, Paulo Guedes, constatou invasão de seu celular por Telegram, que não usa, quando jornalista recebeu mensagem que ele não tinha enviado. Foto: Adriano Machado/Reuters

O Antagonista noticiou a clonagem do celular do ministro da Economia, Paulo Guedes, pelo aplicativo Telegram, que ele não usa, é terrorismo. E tem também toda razão quando publica a conclusão de que o Intercept Brasil e seus sócios brasileiros provocam uma guerra de hackers que ameaça o Estado brasileiro e cada cidadão. A proibição por Dias Toffoli da partilha de dados de Coaf, Banco Central e Receita Federal com MPF e PF sem autorização prévia de juiz,, conforme opina a parlamentar mais votada da História do Brasil, a deputada estadual paulista Janaína Paschoal (PSL), é um golpe a favor do crime e contra o Estado de Direito. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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