Insulto à soberania popular
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Insulto à soberania popular

Só cidadão tem direito de usar o próprio voto para o que bem quiser e candidatos a quaisquer eleições não têm direito a usurpá-lo querendo tutelar ou usurpar a decisão de votar em quem bem quiser

José Nêumanne

19 de setembro de 2018 | 06h53

Ciro, assim como Marina, Haddad e Alckmin, querem tutelar o direito exclusivo que cidadão tem sobre próprio voto. Foto: Sebastião Moreira/EFE

Estamos em plena temporada de caça ao voto útil e, diante da perspectiva de se ver isolado e, com isso, perder a chance de entrar no segundo turno da eleição, o candidato do PDT, Ciro Gomes, definiu o expediente como “um insulto à experiência popular”. Enquanto isso, abaixo dele e do petista Fernando Haddad nas pesquisas até agora conhecidas, Geraldo Alckmin, do PSDB, faz um último esforço para conquistar a adesão de eleitores antipetistas que não optaram por Bolsonaro para chegar ao estágio final da eleição, que os levantamentos apontam como favorável a ele. Útil ou inútil, o voto é o último reduto do cidadão que os políticos ainda conseguiram tomar. A tentativa de desqualificar ou tutelar esse voto é um insulto. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da terça-feira 18 de setembro de 2018.

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