Infâmia na campanha

Infâmia na campanha

Atentado a faca contra vida de Bolsonaro e vídeo pornográfico protagonizado por Doria são exceções de baixaria em eleições que têm sido disputadas em paz e ordem, que agora dependem de eficiência da PF

José Nêumanne

24 de outubro de 2018 | 06h41

Após clima beligerante e pornografia explícita na campanha, Doria e França debateram no SBT. Foto: Daniel Teixeira/Estadão

Tenho dito reiteradas vezes em meus comentários que estas eleições gerais de 2018 são um belo exemplo de como a democracia avança no Brasil, de forma cautelosa, mas segura, sem serem conspurcadas, como muitas vezes o foram no passado. Mas hoje sou obrigado a registrar dois fatos que abalam terrivelmente o panorama pacífico e ordeiro que predomina na disputa. Refiro-me, em primeiro lugar, ao atentado contra o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, que quase lhe custou a vida, em Juiz de Fora (MG). E hoje ocorreu uma segunda infâmia: o vídeo pornográfico com que se tentou atingir João Doria, candidato do PSDB ao governo de São Paulo. A PF deve explicações. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde as 6 horas de quarta-feira 24 de outubro de 2018.

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