Ideologia, não; gestão
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Ideologia, não; gestão

Fiasco de Vélez, que priorizou ideologia, e êxito de Passarinho, que cuidou da gestão, dão exemplo para Weintraub negar e seguir e, assim, não ser brevíssimo como o primeiro, mas, sim, lembrado como o segundo

José Nêumanne

08 de abril de 2019 | 20h05

 

O agora ministro da Educação, Abraham Weintraub, ao lado do presidente Jair Bolsonaro em 12 de março passado. Foto: Casa Civil/PRAo ser escolhido para o lugar do brevíssimo trapalhão Vélez Rodríguez no Ministério da Educação, o economista Abraham Weintraub ganha uma oportunidade de ouro para entrar na História ao lado de outros que, como ele, não tiveram que fazer doutorado para chegar ao posto mais importante da carreira no MEC, como Gustavo Capanema no governo Getúlio e Jarbas Passarinho no regime militar. Para isso, terá de esquecer ideologia e apostar suas fichas numa gestão competente como na Coreia do Sul, que deixou de ser um país atrasado para se destacar na competição internacional em produtos de alta tecnologia mercê de um trabalho impecável de seus governantes no setor da instrução pública. Este foi um de meus comentários no Estadão às 5, ancorado por Gustavo Lopes e transmitido do estúdio da TV Estadão na redação do jornal por YouTube, Twitter e Facebook na segunda-feira 7 de abril de 2019, às 17 horas.

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