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Humilhado na Anvisa, Bolsonaro ataca Doria

Após agência haver aprovado uso emergencial da coronavac, derrotando-o,, presidente alfinetou seu inimigo governador dizendo que "vacina é do Brasil, não de São Paulo", como se paulistas não fossem brasileiros

José Nêumanne

19 de janeiro de 2021 | 21h52

Mônica Calazans, 54 anos, negra, enfermeira atuante na linha de frente no combate à pandemia da covid, moradora em Itaquera, na periferia pobre da capital paulista, recebeu a primeira vacina no Brasil. Foto:Nelson Almeida/AFP

1 – Ao aceitar registro emergencial da coronavac, agência tornou possível a presença do tucano na primeira vacinação contra covid-19 no País e levou presidente a alfinetá-lo, dizendo que: “vacina é do Brasil, não de nenhum governador”. 2 – Ministro Lewandowski, do STF, reitera ordem descumprida pelo intendente incompetente da Saúde, general Pesadelo, de informar datas do cronograma de vacinação, enquanto este não consegue entregar doses na hora certa aos governadores. 3 – Anvisa desautoriza uso de hidroxocloroquina, mas logístico sem lógica disse que a mezinha receitada pelo charlatão-mor da República nada tem que ver com “tratamento precoce”. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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