Hóspede mal educado
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Hóspede mal educado

Sem medir consequências, Roger Waters, do Pink Floyd, ofendeu 50 milhões de eleitores brasileiros, chamando Bolsonaro de "neofascista" e pôs fogo no conflito na reta final da eleição presidencial

José Nêumanne

11 Outubro 2018 | 07h10

Estrangeiro intrometido, Waters, do Pink Floyd, jogou gasolina na fogueira eleitoral brasileira, de forma irresponsável. Foto: Camila Cara/T4F

O genial roqueiro britânico Roger Waters, remanescente da banda de rock psicodélico Pink Floyd, comportou-se como hóspede mal educado ao ofender 50 milhões de eleitores que sufragaram o candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro, do PSL, chamando-o de “neofascista”. De forma irresponsável, o astro acendeu o estopim de uma bomba ao estimular as torcidas do #Elenão e do Fora PT, impondo a 50 mil pessoas no Allianz Parque, que foram apreciar sua música magnífica, m discurso político atabalhoado e de consequências imprevisíveis no atual ambiente de conflito e polarização radical das últimas três semanas da disputa presidencial. Recebeu, por isso, uma vaia espetacular e inédita. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da quinta-feira 11 de outubro de 2018.

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