Gleisi não está blefando

Gleisi não está blefando

Presidente do PT conta com cartas marcadas no jogo em que partido se aventura para disputar com chances eleições de 2020 e 2022, mas seus aliados na cúpula dos Poderes pouco podem fazer na hora de disputar votos

José Nêumanne

25 de novembro de 2019 | 22h18

Para a realização das metas anunciadas por Gleisi no congresso em que foi reeleita presidente do PT, ela conta com aliados fiéis nas cúpulas do Judiciário e do Legislativo. Foto: Nelson Almeida/Estadão

Eleita para mais um mandato, presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann, não estava blefando quando disse que quer ver Lula inocentado com o cancelamento pela Justiça da condenação de Sérgio Moro, que seria condenado e preso. Num aparente desatino delirante de devota crente nos milagres de seu “santo” favorito, ela conta mais uma vez com a ajuda da cúpula da Justiça, que não tem faltado ao patrono que nomeou seus ministros para adaptar a lei da ficha limpa aos desígnios absurdos do condenado por corrupção e lavagem de dinheiro.

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Assuntos para comentários na segunda-feira 25 de novembro de 2019

1 – Haisem – Você acha que Gleisi Hoffmann, reeleita presidente do Partido dos Trabalhadores, não estava blefando quando disse que quer ver Lula inocentado e Sergio Moro condenado e preso

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2 – Carolina – O que você acha da declaração do autoproclamado presidente da Venezuela, Juan Guaidó, de que Lula esteve preso por ser o ladrão que é

3 – Haisem – Manchete do Estadão de ontem revela que Maioria do Congresso se diz a favor da prisão em segunda instância. Quais são as dificuldades, então, para que ela seja devidamente adotada

4 – Carolina – Que conseqüências poderão advir da decisão do ministro do Superior Tribunal de Justiça, Og Fernandes, de mandar prender o juiz federal Sérgio Sampaio como resultado da Operação Faroeste, que trata de grilagem de terras no Oeste da Bahia

5 – Haisem – Que conexão pode haver entre a Operação Appius, que investiga compra de voto do ex-presidente do STJ César Asfor Rocha e uma forma de se fazer a Operação Lava Toga; apesar da sabotagem dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara, Rodrigo Maia

6 – Carolina – Qual é, a seu ver, a importância da revelação de que não foram os auditores da Receita Federal, mas a empresa de celulose Fibria, ex-Aracruz, que vazou informações sobre dados contábeis da mulher do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, Guiomar Mendes

7 – Haisem – O que você diz sobre a convocação de eleições diretas para a presidência da Bolívia como é prevista em lei de autoria da presidente interina Jeanine Añez

8 – Carolina – Que tal é comemorar os dois títulos mais importantes do futebol profissional em 24 horas e sem jogar a rodada de um deles

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