Gilmar, Exército e genocídio

Com o Brasil há 55 dias sem titular no Ministério da Saúde, cujo posto principal é ocupado provisoriamente pelo general Pazuello, ministro do STF associou Exército Nacional a um "genocídio"

José Nêumanne

12 de julho de 2020 | 20h17

Ao comentar a crise sanitária provocada pelo coronavírus e a ausência de um ministro titular na Saúde, o ministro do STF Gilmar Mendes disse que o Exército está se associando a um “genocídio”. Foto: Gabriela Biló/Estadão

 

O ministro do STF Gilmar Mendes acusou.o Exército de genocida ao assumir de maneira imprópria do Ministério da Sáúde a tarefa capital de coordenar os esforços dos Estados e municípios no insano combate à covid-19. A militarização do trabalho que deveria ser assumido por epidemiologistas e cientistas terminou por permitir o contágio em massa, que faz do Brasil o pior exemplo no resto do mundo na luta contra a maior pandemia dos últimos 100 anos. Outro assunto é o pedido explicações encaminhado pelo ministro do TCU Vital do Rego à Secom plo uso de dinheiro público para bancar publicidade do governo em canais infantis, em russo e até da contravenção do jogo do bicho. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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