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Gilmar antecipa voto contra Lava Jato

Lixando-se para princípio ético de que juiz não pode participar de julgamento sobre o qual já tenha pronunciado juízo de valor, Gilmar não esconde inimizade com Moro e Lava Jato de ninguém

José Nêumanne

15 de setembro de 2019 | 21h28

Esta foto de 2011 registra longevidade da intensa relação pessoal entre Gilmar e Temer, com jantares no Jaburu e nomeação de parentes e protegidos para cargos importantes. Foto: Pablo Valadares/Arquivo

O ministro do STF Gilmar Mendes antecipou seu voto no julgamento da questão da parcialidade de Moro ao considerar denúncias do IntercePT Brasil, que usaram mensagens obtidas criminosamente e nunca submetidas à perícia técnica oficial, sobre palestras cobradas por procuradores da Lava Jato, desprezando o princípio da imparcialidade do juiz, cobrada de Moro, cuja popularidade não leva em conta num claro desprezo ao publico que lhe paga o mais alto salário do serviço público para julgar de forma isenta e morar no País, e não em Portugal, como ocorre atualmente, graças aos altos lucros obtidos numa instituição privada de ensino, o IDP. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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