General tentou o golpe, mas afinou

Ministro da defesa de Bolsonaro quis ganhar no grito apoio na Câmara para retroceder ao voto impresso para atender aos "heróis" milicianos de seu chefe capitão de artilharia

José Nêumanne

23 de julho de 2021 | 19h04

Braga Netto estava em companhia dos três comandantes das Forças Armadas quando mandou disparate contra eleições de 2022 sem voto impresso num recado a Arthur Lira. Foto: Dida Sampaio/Estadão

1 – O #generalbraganetto, ministro da defesa do desgoverno Bolsonaro, tentou assustar o Congresso condicionando eleição presidencial a voto ilmpresso, mas recuou covardemente. 2 – O destinatário de sua ameaça, o presidente da Câmara, Arthur Lira, viu-se obrigado a garantir voto “popular, secreto e soberano”, inutilizando mais uma tentativa golpista de #jairbolsonaro 3 – O diretor de jornalismo do Estadão, que deu a notícia, #joaocaminoto, confirmou palavra por palavra a manchete da quinta 22: Chefe da Defesa condiciona eleição a voto impresso”. @joseneumannepinto. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade salvará as nossas vidas.

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