Francisco e o mau ladrão Lula

Para atender a amigo comum, patrício Fernández, papa desprezou advertência das tábuas da lei mosaica - não furtar - e como chefe do Estado monárquico do Vaticano passou por cima de todas as conveniências diplomáticas

José Nêumanne

15 de fevereiro de 2020 | 12h50

Bispo de Roma cometeu grave erro ao perdoar pecados de petista, que nunca se arrependeu do que fez e monarca do Vaticano desprezou relações com Brasil. Foto: Ricardo Stuckert

Ao receber o corrupto, lavador de dinheiro e mentiroso Lula em encontro privado de uma hora, marcado pelo presidente de seu país natal, a Argentina, Alberto Fernández, o papa Briguglio, que adotou o nome do santo dos humildes, Francisco, concedeu supremo privilégio a uma ovelha negra do rebanho do país que se orgulha de ser a pátria de mais católicos no mundo. Ao fazê-lo, privilegia um violador do oitavo mandamento, “não furtarás”, das tábuas da lei mosaica, talvez imaginando que ele seria o bom ladrão, como Dimas, companheiro de agonia de Nosso Senhor na cruz, mas, como o assalto chefiado pelo brasileiro nos cofres públicos, quase levou a Petrobrás à falência e provocou a maior crise econômica da história, causando desemprego para mais de 12 milhões de trabalhadores, seria mais adequado compará-lo com o mau, Simas. Ao cuspir na democracia brasileira e desprezar milhões de eleitores que enviaram o amigo de seu amigo ao ostracismo, o chefe de Estado da monarquia do Vaticano, pecou gravemente. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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