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Flávio 01, mais um rolo

Primogênito do presidente Bolsonaro usou R$ 400 mil do Fundo Partidário de seu ex-partido, o PSL, para pagar honorários de advogado da família, Victor Alves, que testemunhou vazamento de PF sobre Fabrício

José Nêumanne

20 de maio de 2020 | 22h16

Para se defender de pesadas acusações de crime de ex-amigo, Flávio Bolsonaro só tem a alegar que o interesse deste seria prejudicá-lo, como diria papi, “e daí?” Foto: Dida Sampaio/Estadão

O procurador-geral da República, Augusto Aras, está cada vez mais fornecendo provas de que não procura nada e deve ter o nome de seu cargo alterado para puxa saco presidencial da república. Diante da impossibilidade de fazer ouvidos de mercador às acusações que Paulo Marinho fez a Jair e Flávio Bolsonaro, resolveu abrir inquérito específico para a entrevista que o ex-amigo do clã deu à Folha de S.Paulo, mas o certo seria incluí-la no inquérito que cuida das acusações feitas por Moro. De qualquer maneira, já está mais do que na hora de cuidar especificamente do filhote 01, cuja capivara de crimes cresce a olhos vistos. Agora revelou-se que um de seus assessores escalados para conversar com o vazador da PF dos serviços prestados pela ala bolsonarista da polícia judiciária à famiglia, o advogado Victor Granado Alves, recebeu R$ 500 mil do Fundo Partidário, criado pelo papi, para defender o clã em ações privadas, como revela a documentação de uma delas. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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