Fanáticos por Mourão imitam PT
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Fanáticos por Mourão imitam PT

Não estão em jogo carreira ou competência do filho do vice, mas inoportunidade da nomeação para cargo de assessoria com triplo do salário imediatamente após críticas de Bolsonaro e Guedes a "amigos do rei"

José Nêumanne

09 de janeiro de 2019 | 16h55

Vice Mourão e o filho Antônio na campanha da qual pai saiu eleito na chapa de Bolsonaro. Foto: Dida Sampaio/Estadão

Vice-presidente diz que seu filho foi perseguido nos governos do PT e, por isso, não ascendeu na carreira no Banco do Brasil à altura de seu talento e seu conhecimento. No entanto, estamos sendo informados de que ele dirige o setor de agronegócio há 11 anos. Que perseguição? Muitos inscritos comentaram meu vídeo de ontem reclamando que eu teria omitido o fato de Mourão, o filho, ser funcionário de carreira. Pizzolato, o diretor de marketing do mesmo BB que roubou a instituição para enriquecer pessoalmente e encher as burras do partido, também o é. Portanto, carreira não garante competência nem lisura, sem querer, é claro, deslustrar os méritos do promovido. Se gostar deste vídeo, por favor, dê um like, inscreva-se no meu canal e clique no sininho para ser avisado quando publicar os próximos. Poderá me encontrar ainda diariamente no Blog do Nêumanne, Política, Estadão (https://politica.estadao.com.br/blogs/neumanne/) ou no meu site Estação Nêumanne (www.neumanne.com); de segunda a sexta feiras, às 6 horas, no Estadão Notícias e, às 7h30m, no Jornal Eldorado da Rádio Eldorado FM 107,3 (eldorado@estadao.com.net); e esporadicamente no Estadão às 5 aqui mesmo no YouTube. Direto ao assunto. Inté. E Deus é mais!

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