Falsários operam para Bolsonaro

Auditor do TCU que teve relatório pessoal adulterado e divulgado pelo presidente como prova da sobrenotificação de óbitos de Covid inspirou membros da CPI em incluir novo crime em seu prontuário

José Nêumanne

18 de agosto de 2021 | 22h10

Ao responder com atraso a pedido da ministra Cármen Lúcia do STF dizendo que abriu inquérito preliminar para investigar crime de Bolsonaro, Aras inventa a PGR clandestina. Foto: Dida Sampaio/Estadão

1 – O auditor do #tcu #alexandrefigueiredocostaesilvamarques disse à CPI da Covid no Senado que #jairbolsonaro exibiu um relatório dele falsificado. 2 – A denúncia revela uma central de falsificação de documentos oficiais no #palaciodoplanalto, que também alterou #invoices na compra da #covaxin. 3 – #aras dirige uma #pgr clandestina, que abriu investigação preliminar sobre crimes do presidente sem avisar antes a Cármen Lúcia, do #stf. #joseneumannepinto. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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