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Falcão defende Moro e Deltan

Para professor da FGV e membro da ABL Joaquim Falcão, o ex-milnistro da Justiça e o ex-coordenador da Lava Jato em Curitiba não cometerem crime algum para responderem a processos

José Nêumanne

04 de outubro de 2020 | 22h38

Joaquim Falcão acha que STF só recuperará credibilidade se acabar com decisões monocráticas, plantões judiciários e pedidos de vistas. Foto: Fábio Motta/Estadão

O ex-ministro da Justiça Sérgio Moro e o procurador federal Deltan Dallagnol não cometerem nenhum crime para estarem sendo acusados por ministros do STF, presidente da República, bolsonaristas do gabinete do ódio e pelo procurador-geral da República, Augusto Aras. Esta é a opinião do professor da FGV e membro da Academia Brasileira de Letras Joaquim Falcão, sétimo entrevistado na série Nêumanne entrevista neste canal. Ele sugeriu que o STF recupere sua credibilidade fazendo uma autorreforma na qual ponha fim a decisões autocráticas, plantões judiciários e pedidos de vista, sob pena de perder de vez a autoridade perante a cidadania. Ele também criticou a promiscuidade intolerável cometida pelo chefe do Executivo ao se reunir com os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli, os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara, Rodrigo Maia, para consultá-los sobre a indicação do desembargador Kássio Marques para a vaga d  o decano do STF, que se aposentará. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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