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Fabrício, Jair e Flávio, trio da pesada

Inquérito do MP-RJ coleciona provas abundantes de delitos financeiros de Queiroz sob ordens de Flávio, quando deputado estadual, que lhe fora recomendado pelo velho amigo, capitão Jair

José Nêumanne

28 de julho de 2020 | 21h59

Bolsonaro e Queiroz nunca esconderam na vida privada e também na pública o amor obsessivo poe armas de fogo, como demonstra o subtenente PM na companhia do chede, Flávio. Foto: Reprodução

Colega de Jair Bolsonaro na Brigada de Paraquedistas em 1984, Fabrício Queiroz foi nomeado em 2007 para o gabinete do primogênito do capitão. Ocupou cargos de confiança durante três dos quatro mandatos do filhote nota zero um como deputado estadual. Segundo depoimentos dele e do senador, o subtenente da PM tinha autonomia para indicar pessoas de sua confiança a cargos bem remunerados na Alerj. Por lá passaram sua mulher, Márcia, as filhas Evelyn e Nathalia, além de vizinhos e amigos. O Ministério Público do Rio (MP-RJ) identificou 11 assessores como integrantes desse círculo social de Queiroz. Todos eles repassaram parcelas consideráveis de seus salários à conta do ex-PM. Peculato, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha nessa pra lá de deslavada promiscuidade público privada.

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Assuntos para comentário da terça 28 de julho de 2020:

1 – Haisem – Veja o caminho do dinheiro das “rachadinhas” na conta de Queiroz – Diz o título de chamada que passou o dia na capa do Portal do Estadão ontem – Qual a importância deste caminho das pedras traçado pelo repórter Túlio Kruse da movimentação contábil do gestor das contas bancárias dos funcionários do gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj

2 – Carolina – O que traz de novo a notícia de que o governador do Piauí, Wellington Dias, e sua mulher, Rejane Dias, secretária de Educação do Estado, continuam comprometidos com a corrupção denunciada pelas operações Topique e Satélites de milhões de reais do Fundeb e do Pinate duas vezes e há dois anos

3 – Haisem – Por que o ex-secretário-geral do PT, Sílvio Pereira, conhecido como Silvinho da Land Rover desde a época do mensalão, voltou a ser notícia agora, quando outra Operação, a Lava Jato, parece extinguir seus efeitos punitivos

4 – Carolina – Por que você faz questão de lembrar no artigo que publicou ontem no Blog do Nêumanne no Portal do Estadão que Assassinato de reputação nada tem que ver com liberdade de expressão, que é o título dele

5 – Haisem – Proximidade do Planalto provoca baixa no Centrão – diz título de reportagem que abre a a Editoria de Política na página A4 da edição impressa do Estadão hoje. O que está abalando a solidez da união do grupo até agora mais forte no Congresso nacional, a seu ver

6 – Carolina – Desembargador que humilhou guarda diz que agentes cometeram abuso – diz título na capa do Portal do Estadão. O que o famigerado Silveirinha espera conseguir com essa estratégia do ataque como defesa adotada perante o STF depois do flagrante oposto do celular divulgado por toda a parte

 

 

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