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Fabrício ajudou Bolsonaro

Por temer delação premiada do ex-assessor do filho Flávio na Alerj, presidente trocou perfil agressivo no chiqueirinho do Alvorada por "Jairzinho Paz e Amor", e popularidade no DataFolha melhorou

José Nêumanne

15 de agosto de 2020 | 22h39

Bolsonaro, que conheceu Queiroz na Brigada de Paraquedistas, onde ficaram muito amigos, o indicou para assessorar o filho Flávio na Alerj. Foto: Reprodução

A decisão esperada, e não surpreendente, como se manifestou a defesa, do relator do caso do peculato no gabinete do primogênito nota zero de Jair Bolsonaro, mandando seu amigo desde a juventude de paraquedista Fabrício Queiroz de volta para a cela em Bangu, até agora o ajudou mais do que o prejudicou, porque fê-lo cancelar as bravatas no chiqueirinho à porta do Palácio da Alvorada e adotar atitudes mais sensatas e pacíficas, próprias de chefes de Estado. Isso aumentou a soma de seus índices de bom e ótimo para 37% na pesquisa DataFolha e reduziu o ruim e péssimo para 34%. O feito ocorreu quando o presidente da República abandonou de vez o estelionato da última eleição e lhe permite partir para a reeleição com a repetição da distribuição bilionária de esmolas para os pobres, adotando a tática da mais velha política e jogando de vez a falsa nova, que nunca adotou, no lixo. Direto ao Assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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