Estado insustentável

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Esmagada nas urnas, oposição prejudica mais pobres ao sabotar ajustes das contas públicas

José Nêumanne

10 de outubro de 2016 | 11h51

Jantar em palácio para aprovar PEC do teto de gastos Foto: Marcos Corrêa/PR

Jantar em palácio para aprovar PEC do teto de gastos Foto: Marcos Corrêa/PR

A votação da PEC 241, que limita o aumento de gastos federais, estaduais e municipais e foi defendida por Temer num jantar domingo para ministros, 200 deputados, assessores e suas esposas, será o grande teste para este estilo negociador do presidente na votação dos necessários ajustes para a economia voltar aos trilhos. E também um indicador de como o Congresso Nacional desmentirá o papo furado de que medidas duras necessárias para conter o sangramento dos cofres públicos e, assim, superar a maior crise econômica no Brasil de todos os tempos são automaticamente impopulares, como quer fazer crer o discurso sabotador dos interesses nacionais da oposição esmagada nas urnas.

(Comentário no Estadão no Ar da Rádio Estadão – FM 92,9 – na segunda-feira 10 de outubro de 2016, às 7h5m)

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