Estado assassino serial
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Estado assassino serial

Enquanto Brasília se refestela, os pobres do Brasil afundam na lama da indiferença das autoridades

José Nêumanne

24 Agosto 2017 | 17h52

Bebê de 1 ano, morto no naufrágio da Bahia, é vítima do descaso  Foto: Xandó Pereira/Agência A Tarde

Os naufrágios do Pará na quarta-feira 23 de agosto e na Bahia de Todos os Santos na quinta-feira 24, 63.º aniversário do suicídio de Getúlio Vargas, são a evidência da incúria, do desleixo e da incompetência do Estado brasileiro, que vive aos banquetes em Brasília e não evita que barcos clandestinos transportem a população pobre que dependem desse tipo de transporte público. O uso abusivo da palavra acidente é apenas um crime semântico, que esconde o crime maior: a desídia de um serviço público criminoso, negligente e corrompido. Este foi o primeiro tema dos vários tratados no Estadão às 5 ded quinta-feira 24 de agosto de 2017, às 17 horas, transmitido do estúdio da TV Estadão no meio da redação do jornal e repetido pelas redes sociais Youtube, Twitter, Facebook e Periscope do Estadão, ancorado por Adriana Ferraz com comentários feitos por mim.

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